Diagnóstico disponível — clínicas, grupos ambulatoriais e hospitais que faturam convênio, SUS ou os dois
Receba tudo o que você atendeu — nas telas que sua equipe já usa.
Revenue integrity para quem fatura por convênio, pelo SUS ou pelos dois: previne a glosa e a rejeição antes do envio, concilia o ciclo de receita item a item — guia, AIH ou BPA — e recupera o que foi negado.
Prefere escrever direto? meditrina@saude.dev
Fonte: Observatório Anahp — o espelho completo está aqui embaixo.
Vidas em planos médicos no DF (jun/2026)
1.048.333
Fonte: SIB/ANS — 33,2% da população, 3ª maior cobertura do país
Glosa inicial gerencial
15,9%
Fonte: Observatório Anahp (2024/25)
Vazamentos mapeados no ciclo de receita
4
Não faturado · glosado · subpago · divergência de repasse
AIH aprovadas no DF em 2025
248.744
Fonte: SIH/SUS — DATASUS/TabNet · R$ 422,9 mi aprovados
R$ 16
O espelho
de cada R$ 100 atendidos não são pagos de primeira. A boa notícia: a maior parte volta — desde que alguém corra atrás no prazo certo.
De cada R$ 100 que o prestador atende, o que acontece com o pagamento?
R$ 84,10
Pago de primeira
R$ 14,20
Fica preso, mas volta se alguém contestar no prazo
R$ 1,70
Perdido de fato, mesmo depois de contestado
Fonte: Observatório Anahp, hospitais associados (2022–2025) — glosa inicial de 15,9% e glosa final de 1,7% do valor atendido. Outra fonte do setor, o painel da ANS, usa metodologia diferente e não é comparável a este número. Esse é o espelho da saúde suplementar. No SUS ele tem outro nome — produção apresentada × aprovada, rejeitada ou bloqueada — e não há benchmark setorial publicado: o número sai só dos seus arquivos de processamento.
Esses são os números do setor. Qual é o seu número?
Encaixe
Para quem
Clínicas, grupos ambulatoriais e hospitais de qualquer especialidade — inclusive filantrópicos que faturam convênio e SUS no mesmo mês. Funciona com o sistema de gestão que já está em uso — não é preciso trocar de nada.
- Fatura por convênio, pelo SUS (AIH, BPA, APAC) ou pelos dois
- Tem mais de uma unidade, ou faturamento mensal relevante — em convênio, em produção SUS ou somados
- Sente que perde dinheiro em glosas e rejeições, mas não sabe dizer quanto
Convênio e SUS
Dois lados, um ledger
Os documentos, as tabelas e as negativas têm nomes diferentes de cada lado. O cruzamento é o mesmo: o que foi atendido, o que foi apresentado, o que voltou e o que entrou na conta.
| Dimensão | Convênio | SUS |
|---|---|---|
| Documento da conta | Guia TISS | AIH · BPA · APAC |
| Tabela de preço | Contrato e tabela negociada | SIGTAP na competência vigente + contrato de metas |
| Quem paga | Operadora (ou intermediário) | Gestor municipal ou estadual, fundo a fundo |
| Como a conta volta | Demonstrativo de retorno, glosa item a item | Relatório de processamento: aprovada, rejeitada ou bloqueada, com a crítica |
| Segunda chance | Recurso de glosa no prazo contratual | Reapresentação em até 6 competências da alta (Portaria SAES/MS 1.110/2021) |
| O que a Meditrina cruza | Agenda × guia × retorno × repasse | Censo × AIH/BPA × processamento × repasse do gestor |
Hospital filantrópico: dois faturamentos, um censo. A mesma internação pode ser conta de convênio ou AIH, mas o paciente-dia é um só — e é nele que se apura o percentual mínimo de 60% de atendimento ao SUS exigido para o CEBAS (LC 187/2021), a partir dos registros nos sistemas do Ministério da Saúde. Produção que não chega à base do SIH/SIA não entra nessa conta. A Meditrina mantém as duas trilhas no mesmo ledger e mostra o mix mês a mês — sem esperar a renovação para descobrir o número. A Meditrina não presta consultoria jurídica ou contábil; a apuração do CEBAS segue os sistemas do Ministério da Saúde.
O nível de integração técnica depende do sistema que você já usa hoje — veja abaixo:
-
Extensão Universal
Funciona até para quem ainda digita tudo no portal do convênio ou no SISAIH01/BPA, sem nenhum sistema próprio. Prevenção via extensão, fila de contestações e painel de acompanhamento.
Implantação em dias, zero integração -
Exportação Quase universal
+ produção básica: exportações que todo sistema já tem (agenda, CSV) habilitam a captura de não faturado.
Dias a poucas semanas -
Conector Plugável
+ conector nativo: leitura profunda via views/API do sistema do prestador. Validação na origem, causa-raiz fina.
Dias de conector, não meses
Seguro contra troca de sistema.
Não é um projeto anônimo
A Meditrina é construída pelo mesmo time por trás de outros produtos de saúde já em operação — não é a primeira vez que resolvemos esse tipo de problema.
O caminho
Como começamos
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Diagnóstico pago
4 a 6 semanas. Medimos o vazamento com os seus dados e devolvemos o número — antes de qualquer proposta.
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POC com metas assinadas
Escopo e metas acordados por escrito antes de começar. Sem ambiguidade sobre o que conta como sucesso.
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Contrato híbrido
Fixo menor, complementado por uma parte variável sobre o crédito conciliado além da baseline.
O que você recebe no diagnóstico pago
- Levantamento item a item do vazamento no período analisado, com valor em R$ por causa (V1-V4) — nos dois lados, quando houver
- Classificação por operadora — e, no SUS, por documento (AIH, BPA, APAC) e motivo de rejeição — onde o problema é mais concentrado
- Sumário executivo pronto para levar ao comitê ou aos sócios
- Escopo e metas por escrito para a etapa seguinte, se fizer sentido seguir
O que o prestador fornece: acesso de leitura aos dados de faturamento do período (guias, retornos, extratos; no SUS, os arquivos de exportação do SISAIH01/BPA e os relatórios de processamento do gestor) e um ponto de contato na equipe — sem instalar nada, sem trocar de sistema.
Investimento definido no escopo, antes de começar — sem surpresa depois.
Só ganhamos quando o crédito entra.
Seguro contra troca de sistema. Migração de prontuário/ERP é dor clássica — e quase sempre destrói o histórico de faturamento. Como o ledger vive fora do ERP, quem migra de sistema mantém a memória financeira auditável e a operação de recuperação rodando no dia seguinte.
Trocar de ERP fica mais fácil por causa da Meditrina; trocar de Meditrina é que fica caro.
Quatro jeitos o dinheiro escapa antes de chegar até você.
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V1
Não faturado
Cruzamento: agenda, censo ou prontuário × guias e AIH/BPA emitidas. Atendimento aconteceu, mas nunca virou conta.
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V2
Glosada ou rejeitada
Cruzamento: contas enviadas × demonstrativo de retorno ou relatório de processamento. A operadora glosou o item; o SIH/SIA rejeitou ou bloqueou a AIH, com a crítica.
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V3
Subpagamento contratual
Cruzamento: valor pago × tabela contratual vigente — ou × SIGTAP da competência e metas da contratualização. Pagou, mas pagou menos do que devia.
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V4
Divergência de repasse
Cruzamento: retorno × extrato de repasse × crédito bancário. Nasce quando há intermediário — a associação médica no convênio, o gestor no SUS.
Do atendimento ao pagamento
Onde a Meditrina entra no caminho do dinheiro
Toda conta passa pelas mesmas oito paradas até virar dinheiro em caixa. A Meditrina atua em três delas: antes de enviar a conta, quando quem paga responde — a operadora ou o gestor do SUS — e se for preciso contestar ou reapresentar.
Três perguntas, três respostas
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Previne
Isso vai glosar?
Antes do atendimento, o sistema já checou elegibilidade e autorização — e trava na hora os erros mais comuns por convênio. No SUS, aponta inconsistências entre prontuário, CNES e SIGTAP antes de a AIH ou o BPA serem apresentados, reduzindo rejeições evitáveis.
Recepção"Semáforo ✓ elegível · ✗ senha vence em 3 dias — segundos depois da foto da carteirinha."
Ilustrativo — dados fictícios
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Concilia
O que aconteceu com cada centavo?
Cada item atendido fica ligado ao que foi pago, negado e repassado — guia a guia no convênio, AIH a AIH no SUS: aprovada, rejeitada ou bloqueada. O que não bate cai numa fila visível, em vez de se perder numa planilha.
Faturista"Selos nos campos antes de enviar; extrato quinzenal com cada glosa marcada 'recorrível · D-12' — e cada AIH rejeitada com a crítica e a competência-limite."
Ilustrativo — dados fictícios
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Recupera
Como trago de volta?
O motivo de cada negativa é identificado e priorizado por valor e prazo; a equipe recebe o rascunho de contestação — ou a lista de AIH a reapresentar, com a crítica e a competência-limite — pronto para revisar e enviar.
Gestor"Produção × faturado × recebido × recuperado, por operadora ou gestor e por etapa, num relatório mensal."
Ilustrativo — dados fictícios
Não instalamos um sistema novo na sua equipe — rodamos dentro das telas que ela já usa, todos os dias.
Estimativa educativa
Qual pode ser o seu número?
Um exercício com os benchmarks do setor — não uma previsão para a sua operação.
Quanto pode estar preso hoje, esperando para ser recuperado
R$ 96.000 – R$ 112.000 / mês
Estimativa educativa com base no gap entre glosa inicial e final do Observatório Anahp (~14 p.p.) — não é previsão nem promessa de resultado para a sua operação. Vale só para o lado convênio: para produção SUS não existe benchmark setorial de rejeição publicado — o número vem dos seus arquivos de processamento, no diagnóstico pago.
Um exemplo, não um limite
A lógica funciona em qualquer especialidade — veja como ela aparece na prática
Os mesmos vazamentos valem para cardiologia, ortopedia, fisioterapia ou qualquer outra especialidade que fature por convênio ou pelo SUS. Usamos a oftalmologia como exemplo porque é onde o padrão fica mais fácil de enxergar: uma única consulta pode gerar meia dúzia de exames complementares — e cada um tem sua própria chance de erro.
| Motivo recorrente | Como aparece na prática | O que a prevenção automática faz |
|---|---|---|
| Falta indicar o lado do corpo | Exame nos dois olhos sem dizer qual é qual | Regra: nesse tipo de exame, informar o lado é obrigatório |
| Exame sem justificativa | Exame de controle pedido cedo demais | Checagem do intervalo aceito pelo convênio + justificativa clínica |
| Consulta e exame no mesmo dia | O convênio nega o item de menor valor | Alerta antes do fechamento, com a regra de cada convênio |
| Exame sem vínculo à consulta | Conta sem ligação clara com o atendimento | Checagem automática antes de enviar a conta |
| Tabela de procedimentos desatualizada | Uma versão antiga derruba o lote inteiro | Atualização contínua das tabelas oficiais |
| Material sem autorização | Lente com autorização vencida | Conferência de autorização antes do envio |
E no SUS, o motivo tem nome de crítica
| Motivo recorrente | Como aparece no processamento | O que a prevenção automática faz |
|---|---|---|
| CID incompatível com o procedimento | AIH rejeitada na crítica de compatibilidade (em vigor desde a competência 09/2008, Portaria SAS 472/2008) | Checagem CID × procedimento no fechamento da competência |
| Profissional sem vínculo no CNES com o CBO informado | "Profissional não vinculado ao CNES com o CBO informado" | Confere vínculo e CBO no CNES antes da apresentação |
| Procedimento exige habilitação que o CNES não registra | "Procedimento realizado exige habilitação" | Cruza SIGTAP × habilitações e serviços do estabelecimento |
| OPM incompatível com o procedimento principal | "OPM incompatível com procedimento principal" | Valida OPM × procedimento e competência de execução |
| Alta há mais de quatro competências | "AIH com data da saída anterior a quatro meses da apresentação" — rejeição definitiva | Alerta de prazo por AIH, contado da alta |
| Produção acima da programação (FPO) | BPA não aprovado por extrapolar a programação | Acompanha produção × FPO ao longo do mês |
Mensagens de crítica conforme o relatório "AIHs rejeitadas" do SIHD2 (SES-SP, SES-RS). A checagem pré-envio reduz rejeições evitáveis; não substitui a análise do gestor.
O padrão se repete em qualquer especialidade, ambulatorial ou hospitalar: onde há conta, regra de pagamento e chance de negativa — convênio ou SUS —, a Meditrina se encaixa.
Nota à parte — por que também começamos hoje pelo Distrito Federal
Densidade de oftalmologistas (por 100 mil habitantes)
Cirurgias de catarata por oftalmologista/ano
O DF tem mais que o dobro da média nacional de oftalmologistas, mas opera bem menos cirurgias de catarata por médico do que estados com muito menos médicos — sinal de que a oferta médica não é o gargalo. O gargalo é administrativo (autorização, agenda, faturamento), exatamente o terreno da Meditrina.
Onde ficam os dados
Segurança por padrão, não por promessa
O perímetro é do cliente, o controle central nunca vê prontuário — a arquitetura já nasceu assim, não foi adaptada depois.
| Controle | Como funciona |
|---|---|
| Onde os dados ficam | Dentro do ambiente do próprio prestador; a central só recebe números agregados, nunca prontuário |
| Identificação do paciente | O paciente nunca aparece pelo nome nos sistemas de análise — um código não reversível o substitui |
| Arquivos do SUS | AIH, BPA-I e APAC carregam CNS e CID do paciente — recebem o mesmo tratamento: pseudonimização e processamento dentro do perímetro do prestador |
| Quem acessa o quê | Cada pessoa da equipe só vê o que precisa (recepção, faturamento, gestão, auditoria); login em duas etapas |
| Histórico de alterações | Todo registro é permanente — não pode ser apagado ou editado sem deixar rastro, conferido todos os dias |
| Suporte remoto | Só com autorização do prestador, e a sessão fica gravada |
| Prazo de retenção | Dado que cumpriu o prazo definido com o encarregado do prestador é expurgado automaticamente, com registro — nada fica guardado para sempre por descuido |
| Uso de IA | A IA que rascunha contestações não recebe nome de paciente, tem teto de gasto e só é ativada após contrato de tratamento de dados com o provedor |
| Teste de invasão | Teste de invasão interno antes da fase comercial; o que foi encontrado foi corrigido e verificado de novo |
| Conformidade | Avaliação de impacto LGPD antes de começar; contrato formal de tratamento de dados; cópias de segurança testadas |
"Quem processa o seu faturamento não pode ser quem atesta, sozinho, que ele está íntegro."
"O prontuário do paciente nunca sai do ambiente do prestador."
Prevenção, não só cobrança
Por que não terceirizar a glosa para um BPO
Um BPO de glosas entra depois que o dinheiro já ficou preso — e cobra uma taxa sobre o que recupera, sem tocar na causa. A Meditrina barra o erro antes do envio; o que sobra para recorrer é menor a cada mês.
BPO manual de glosas
- Quando atuaSó depois do envio — reage à glosa já registrada
- TrilhaPlanilha ou sistema próprio, fora do seu controle
- ModeloTaxa sobre o recuperado, sem meta de prevenção
- DadosProntuário e faturamento saem do seu perímetro
Meditrina
- Quando atuaAntes do envio (Previne) e depois (Recupera) — reduz o volume que chega a precisar de recurso
- TrilhaTodo registro é permanente e conferido automaticamente todos os dias
- ModeloFixo menor + variável sobre o crédito conciliado acima de uma baseline congelada
- DadosO prontuário do paciente nunca sai do ambiente do prestador
Argumento regulatório
A minuta da Consulta Pública ANS nº 170/2026 propõe vedar, em hipóteses específicas, a glosa de procedimentos já autorizados — movimento regulatório em acompanhamento, ainda sem resolução publicada. Em qualquer cenário, quem chega à mesa com histórico item a item, motivo a motivo, prazo a prazo, larga na frente.
Também pode pesar na base tributária: a LC 214 (IBS/CBS) trata da exclusão, para serviços de saúde, de valores glosados pela auditoria da operadora e não efetivamente pagos — e comprovar isso exige conciliação item a item, documentada conforme a orientação contábil do prestador.
No SUS, o argumento é de certificação e de contrato. Para o hospital filantrópico, o percentual mínimo de 60% de atendimento ao SUS exigido pelo CEBAS (LC 187/2021) é apurado nos sistemas do Ministério da Saúde — produção que não chega à base do SIH/SIA não entra na conta. Na contratualização (Portaria de Consolidação GM/MS 2/2017), o repasse pré-fixado é condicionado a metas quantitativas e qualitativas: a rejeição não corta o repasse do mês, mas corrói a série histórica e as metas. Nos dois casos, quem chega à renovação com a produção conciliada mês a mês chega sem surpresa. A Meditrina não presta consultoria tributária, jurídica ou contábil.
Seis peças, uma base única
Por baixo dos três pilares, o produto é montado em seis peças. Cada uma resolve uma parte específica do problema — não é preciso conhecê-las para usar o produto, mas elas mostram o que sustenta o resultado.
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Registro completo da receita
Todo atendimento é acompanhado do início ao fim — da conta enviada ao pagamento recebido — criando um retrato único e auditável do que o prestador atendeu, faturou e recebeu.
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Travas de prevenção
Verificações automáticas na recepção e antes do envio da conta — barram os erros mais comuns antes que virem negativa de pagamento. As regras seguem as tabelas e edições oficiais da ANS (padrão TISS), na versão que vale para cada contrato. No SUS, a SIGTAP na competência vigente e o cadastro do CNES.
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Contestação assistida por IA
Quando uma conta é negada, o sistema identifica o motivo, prioriza pelo valor e prazo, e prepara um rascunho de contestação pronto para a equipe revisar.
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Conferência de contrato
Compara o que foi pago com o que o contrato prevê e aponta quando o convênio paga menos do que deveria — ou quando a produção SUS aprovada não bate com o repasse e as metas do contrato.
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Painel do gestor
Os números por convênio ou gestor, unidade e etapa, num só lugar — e, para quem fatura os dois lados, o mix SUS × convênio do mês. A régua de acompanhamento de quem decide.
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Comparativo entre convênios em breve
Referências de mercado por convênio e motivo de negativa — depende de acordo de dados agregados no contrato.
Perguntas diretas
FAQ
Onde ficam os dados? É seguro para LGPD?
Dentro do seu ambiente. A plataforma não exporta dados de paciente para fora dali; o que vai para a Meditrina são só números agregados, sem prontuário.
Preciso trocar de sistema?
Não. A Meditrina se conecta ao que você já usa — sistema de gestão, guias, extratos, portal do convênio, SISAIH01, BPA — sem substituir nada.
Como funciona o modelo de contrato?
Fixo menor + parte variável sobre o crédito conciliado acima de uma baseline congelada no início — nunca sobre o faturamento total.
E se eu faturo por um intermediário (ex. associação médica)?
Melhor ainda. Quando um intermediário fatura por você, o fluxo ganha uma etapa a mais: atendimento → guia → faturamento pelo intermediário → retorno da operadora → repasse líquido → crédito bancário — 6 etapas, não 3. É exatamente na passagem"retorno → repasse → crédito" que nasce a divergência de repasse (vazamento V4). O extrato do intermediário vira mais uma fonte de conciliação, não uma zona cega — nem o ERP nem o intermediário enxergam o atendimento inteiro sozinhos; o ledger enxerga.
Também faturo pelo SUS. Funciona?
Sim. AIH, BPA-C/BPA-I e APAC entram no mesmo ledger que as guias de convênio. Do lado SUS o ciclo é: produção apresentada ao gestor → processada no SIHD ou no SIA → aprovada, rejeitada (volta com a crítica) ou bloqueada (retida para análise). A Meditrina cruza o censo com o que foi apresentado, lê o relatório de processamento e monta a fila de reapresentação com a competência-limite — até 6 competências da alta (Portaria SAES/MS 1.110/2021). Glosa de auditoria do gestor ou do SNA entra como evento próprio, com a manifestação a preparar.
Sou hospital filantrópico. O que muda?
Dois faturamentos, um censo. A mesma internação pode ser conta de convênio ou AIH; o paciente-dia é um só — e é nele que se apura o percentual mínimo de 60% de atendimento ao SUS exigido para o CEBAS (LC 187/2021). O diagnóstico mede os dois lados e o mix mês a mês. A Meditrina não substitui a assessoria jurídica ou contábil da instituição.
Meu contrato com o gestor é pré-fixado. Faz diferença?
Faz. Na orçamentação parcial (Portaria de Consolidação GM/MS 2/2017), o pré-fixado é repassado mensalmente condicionado a metas quantitativas e qualitativas, e a alta complexidade e o FAEC são pagos por produção aprovada. A produção de média complexidade continua precisando ser apresentada e aprovada: é ela que forma a série histórica e as metas. Conciliar produção × aprovado × repasse é o que mostra se o contrato está pagando o que foi acordado.
Dá para ver funcionando antes de qualquer contrato?
Sim. Existe uma demonstração completa com dados 100% sintéticos — nenhum dado real de paciente — que percorre o ciclo inteiro: a trava na recepção, a glosa, o recurso e a conciliação. Pode ser apresentada na sua instituição ou por videochamada; peça pelo e-mail de contato.
Quanto tempo até ver valor?
O diagnóstico pago já responde isso em semanas — antes de qualquer compromisso maior.
Existe algum movimento regulatório que ajuda?
Há movimento — a minuta da Consulta Pública ANS nº 170/2026 propõe vedar, em hipóteses específicas, a glosa de procedimento já autorizado. Ainda não é regra vigente. Detalhes em Argumento regulatório, mais acima na página.
Isso muda alguma coisa nos meus impostos?
Pode mudar. A LC 214 (IBS/CBS) trata da exclusão de valores glosados e não pagos da base de cálculo para serviços de saúde — e comprovar isso exige conciliação item a item. A palavra final é do seu contador; a Meditrina fornece a trilha documentada. Mesma seção Argumento regulatório acima traz o detalhe.
Vamos conversar sobre o seu número?
Conte um pouco sobre a operação — convênio, SUS ou os dois — e respondemos para combinar o escopo do diagnóstico pago.
Agendar diagnóstico Pedir demonstração — dados sintéticosPrefere escrever direto? meditrina@saude.dev