Diagnóstico disponível — clínicas, grupos ambulatoriais e hospitais que faturam convênio, SUS ou os dois

Receba tudo o que você atendeu — nas telas que sua equipe já usa.

Revenue integrity para quem fatura por convênio, pelo SUS ou pelos dois: previne a glosa e a rejeição antes do envio, concilia o ciclo de receita item a item — guia, AIH ou BPA — e recupera o que foi negado.

Prefere escrever direto? meditrina@saude.dev

Glosa inicial Glosa final
Glosa inicial vs. glosa final — Observatório Anahp Glosa inicial sobe de 9,0% em 2022 para 15,93% em 2025; glosa final fica em torno de 1,7–2,0% no mesmo período — um gap de cerca de 14 pontos percentuais. 0% 15% 15,93% 1,72%

Fonte: Observatório Anahp — o espelho completo está aqui embaixo.

Vidas em planos médicos no DF (jun/2026)

1.048.333

Fonte: SIB/ANS — 33,2% da população, 3ª maior cobertura do país

Glosa inicial gerencial

15,9%

Fonte: Observatório Anahp (2024/25)

Vazamentos mapeados no ciclo de receita

4

Não faturado · glosado · subpago · divergência de repasse

AIH aprovadas no DF em 2025

248.744

Fonte: SIH/SUS — DATASUS/TabNet · R$ 422,9 mi aprovados

R$ 16

O espelho

de cada R$ 100 atendidos não são pagos de primeira. A boa notícia: a maior parte volta — desde que alguém corra atrás no prazo certo.

De cada R$ 100 que o prestador atende, o que acontece com o pagamento?

R$ 84,10

Pago de primeira

R$ 14,20

Fica preso, mas volta se alguém contestar no prazo

R$ 1,70

Perdido de fato, mesmo depois de contestado

Fonte: Observatório Anahp, hospitais associados (2022–2025) — glosa inicial de 15,9% e glosa final de 1,7% do valor atendido. Outra fonte do setor, o painel da ANS, usa metodologia diferente e não é comparável a este número. Esse é o espelho da saúde suplementar. No SUS ele tem outro nome — produção apresentada × aprovada, rejeitada ou bloqueada — e não há benchmark setorial publicado: o número sai só dos seus arquivos de processamento.

Esses são os números do setor. Qual é o seu número?

Encaixe

Para quem

Clínicas, grupos ambulatoriais e hospitais de qualquer especialidade — inclusive filantrópicos que faturam convênio e SUS no mesmo mês. Funciona com o sistema de gestão que já está em uso — não é preciso trocar de nada.

  • Fatura por convênio, pelo SUS (AIH, BPA, APAC) ou pelos dois
  • Tem mais de uma unidade, ou faturamento mensal relevante — em convênio, em produção SUS ou somados
  • Sente que perde dinheiro em glosas e rejeições, mas não sabe dizer quanto

Convênio e SUS

Dois lados, um ledger

Os documentos, as tabelas e as negativas têm nomes diferentes de cada lado. O cruzamento é o mesmo: o que foi atendido, o que foi apresentado, o que voltou e o que entrou na conta.

DimensãoConvênioSUS
Documento da contaGuia TISSAIH · BPA · APAC
Tabela de preçoContrato e tabela negociadaSIGTAP na competência vigente + contrato de metas
Quem pagaOperadora (ou intermediário)Gestor municipal ou estadual, fundo a fundo
Como a conta voltaDemonstrativo de retorno, glosa item a itemRelatório de processamento: aprovada, rejeitada ou bloqueada, com a crítica
Segunda chanceRecurso de glosa no prazo contratualReapresentação em até 6 competências da alta (Portaria SAES/MS 1.110/2021)
O que a Meditrina cruzaAgenda × guia × retorno × repasseCenso × AIH/BPA × processamento × repasse do gestor

Hospital filantrópico: dois faturamentos, um censo. A mesma internação pode ser conta de convênio ou AIH, mas o paciente-dia é um só — e é nele que se apura o percentual mínimo de 60% de atendimento ao SUS exigido para o CEBAS (LC 187/2021), a partir dos registros nos sistemas do Ministério da Saúde. Produção que não chega à base do SIH/SIA não entra nessa conta. A Meditrina mantém as duas trilhas no mesmo ledger e mostra o mix mês a mês — sem esperar a renovação para descobrir o número. A Meditrina não presta consultoria jurídica ou contábil; a apuração do CEBAS segue os sistemas do Ministério da Saúde.

O nível de integração técnica depende do sistema que você já usa hoje — veja abaixo:

  • Extensão Universal

    Funciona até para quem ainda digita tudo no portal do convênio ou no SISAIH01/BPA, sem nenhum sistema próprio. Prevenção via extensão, fila de contestações e painel de acompanhamento.

    Implantação em dias, zero integração
  • Exportação Quase universal

    + produção básica: exportações que todo sistema já tem (agenda, CSV) habilitam a captura de não faturado.

    Dias a poucas semanas
  • Conector Plugável

    + conector nativo: leitura profunda via views/API do sistema do prestador. Validação na origem, causa-raiz fina.

    Dias de conector, não meses

Seguro contra troca de sistema.

Não é um projeto anônimo

A Meditrina é construída pelo mesmo time por trás de outros produtos de saúde já em operação — não é a primeira vez que resolvemos esse tipo de problema.

Parte do ecossistema saude.dev — produtos de saúde já em operação, não uma promessa isolada.

O caminho

Como começamos

  1. Diagnóstico pago

    4 a 6 semanas. Medimos o vazamento com os seus dados e devolvemos o número — antes de qualquer proposta.

  2. POC com metas assinadas

    Escopo e metas acordados por escrito antes de começar. Sem ambiguidade sobre o que conta como sucesso.

  3. Contrato híbrido

    Fixo menor, complementado por uma parte variável sobre o crédito conciliado além da baseline.

O que você recebe no diagnóstico pago

  • Levantamento item a item do vazamento no período analisado, com valor em R$ por causa (V1-V4) — nos dois lados, quando houver
  • Classificação por operadora — e, no SUS, por documento (AIH, BPA, APAC) e motivo de rejeição — onde o problema é mais concentrado
  • Sumário executivo pronto para levar ao comitê ou aos sócios
  • Escopo e metas por escrito para a etapa seguinte, se fizer sentido seguir

O que o prestador fornece: acesso de leitura aos dados de faturamento do período (guias, retornos, extratos; no SUS, os arquivos de exportação do SISAIH01/BPA e os relatórios de processamento do gestor) e um ponto de contato na equipe — sem instalar nada, sem trocar de sistema.

Investimento definido no escopo, antes de começar — sem surpresa depois.

Só ganhamos quando o crédito entra.

Seguro contra troca de sistema. Migração de prontuário/ERP é dor clássica — e quase sempre destrói o histórico de faturamento. Como o ledger vive fora do ERP, quem migra de sistema mantém a memória financeira auditável e a operação de recuperação rodando no dia seguinte.

Trocar de ERP fica mais fácil por causa da Meditrina; trocar de Meditrina é que fica caro.

Quatro jeitos o dinheiro escapa antes de chegar até você.

  • V1

    Não faturado

    Cruzamento: agenda, censo ou prontuário × guias e AIH/BPA emitidas. Atendimento aconteceu, mas nunca virou conta.

  • V2

    Glosada ou rejeitada

    Cruzamento: contas enviadas × demonstrativo de retorno ou relatório de processamento. A operadora glosou o item; o SIH/SIA rejeitou ou bloqueou a AIH, com a crítica.

  • V3

    Subpagamento contratual

    Cruzamento: valor pago × tabela contratual vigente — ou × SIGTAP da competência e metas da contratualização. Pagou, mas pagou menos do que devia.

  • V4

    Divergência de repasse

    Cruzamento: retorno × extrato de repasse × crédito bancário. Nasce quando há intermediário — a associação médica no convênio, o gestor no SUS.

Do atendimento ao pagamento

Onde a Meditrina entra no caminho do dinheiro

Toda conta passa pelas mesmas oito paradas até virar dinheiro em caixa. A Meditrina atua em três delas: antes de enviar a conta, quando quem paga responde — a operadora ou o gestor do SUS — e se for preciso contestar ou reapresentar.

Ciclo da conta em 8 etapas — convênio ou SUS Do atendimento registrado ao pagamento ou aceite, com destaque nas etapas 2 (validação pré-envio, Previne), 6 (conciliação automática, Concilia) e 7 (recurso assistido por IA, Recupera). Um indicador percorre a linha do início ao fim, acendendo cada etapa de intervenção da Meditrina ao passar. 1 2 3 4 5 6 7 8 Atendimento Conta revisada Conta enviada Quem paga analisa Quem paga responde Conferência Contestação, se preciso Dinheiro em caixa
Previne — revisa a conta antes de enviar Concilia — confere o que voltou Recupera — contesta ou reapresenta o que foi negado

Três perguntas, três respostas

  • Previne

    Isso vai glosar?

    Antes do atendimento, o sistema já checou elegibilidade e autorização — e trava na hora os erros mais comuns por convênio. No SUS, aponta inconsistências entre prontuário, CNES e SIGTAP antes de a AIH ou o BPA serem apresentados, reduzindo rejeições evitáveis.

    Recepção"Semáforo ✓ elegível · ✗ senha vence em 3 dias — segundos depois da foto da carteirinha."

    Ilustrativo — dados fictícios

  • Concilia

    O que aconteceu com cada centavo?

    Cada item atendido fica ligado ao que foi pago, negado e repassado — guia a guia no convênio, AIH a AIH no SUS: aprovada, rejeitada ou bloqueada. O que não bate cai numa fila visível, em vez de se perder numa planilha.

    Faturista"Selos nos campos antes de enviar; extrato quinzenal com cada glosa marcada 'recorrível · D-12' — e cada AIH rejeitada com a crítica e a competência-limite."

    Ilustrativo — dados fictícios

  • Recupera

    Como trago de volta?

    O motivo de cada negativa é identificado e priorizado por valor e prazo; a equipe recebe o rascunho de contestação — ou a lista de AIH a reapresentar, com a crítica e a competência-limite — pronto para revisar e enviar.

    Gestor"Produção × faturado × recebido × recuperado, por operadora ou gestor e por etapa, num relatório mensal."

    Ilustrativo — dados fictícios

Não instalamos um sistema novo na sua equipe — rodamos dentro das telas que ela já usa, todos os dias.

Estimativa educativa

Qual pode ser o seu número?

Um exercício com os benchmarks do setor — não uma previsão para a sua operação.

R$ 800.000

Quanto pode estar preso hoje, esperando para ser recuperado

R$ 96.000 – R$ 112.000 / mês

Estimativa educativa com base no gap entre glosa inicial e final do Observatório Anahp (~14 p.p.) — não é previsão nem promessa de resultado para a sua operação. Vale só para o lado convênio: para produção SUS não existe benchmark setorial de rejeição publicado — o número vem dos seus arquivos de processamento, no diagnóstico pago.

Um exemplo, não um limite

A lógica funciona em qualquer especialidade — veja como ela aparece na prática

Os mesmos vazamentos valem para cardiologia, ortopedia, fisioterapia ou qualquer outra especialidade que fature por convênio ou pelo SUS. Usamos a oftalmologia como exemplo porque é onde o padrão fica mais fácil de enxergar: uma única consulta pode gerar meia dúzia de exames complementares — e cada um tem sua própria chance de erro.

Motivo recorrenteComo aparece na práticaO que a prevenção automática faz
Falta indicar o lado do corpoExame nos dois olhos sem dizer qual é qualRegra: nesse tipo de exame, informar o lado é obrigatório
Exame sem justificativaExame de controle pedido cedo demaisChecagem do intervalo aceito pelo convênio + justificativa clínica
Consulta e exame no mesmo diaO convênio nega o item de menor valorAlerta antes do fechamento, com a regra de cada convênio
Exame sem vínculo à consultaConta sem ligação clara com o atendimentoChecagem automática antes de enviar a conta
Tabela de procedimentos desatualizadaUma versão antiga derruba o lote inteiroAtualização contínua das tabelas oficiais
Material sem autorizaçãoLente com autorização vencidaConferência de autorização antes do envio

E no SUS, o motivo tem nome de crítica

Motivo recorrenteComo aparece no processamentoO que a prevenção automática faz
CID incompatível com o procedimentoAIH rejeitada na crítica de compatibilidade (em vigor desde a competência 09/2008, Portaria SAS 472/2008)Checagem CID × procedimento no fechamento da competência
Profissional sem vínculo no CNES com o CBO informado"Profissional não vinculado ao CNES com o CBO informado"Confere vínculo e CBO no CNES antes da apresentação
Procedimento exige habilitação que o CNES não registra"Procedimento realizado exige habilitação"Cruza SIGTAP × habilitações e serviços do estabelecimento
OPM incompatível com o procedimento principal"OPM incompatível com procedimento principal"Valida OPM × procedimento e competência de execução
Alta há mais de quatro competências"AIH com data da saída anterior a quatro meses da apresentação" — rejeição definitivaAlerta de prazo por AIH, contado da alta
Produção acima da programação (FPO)BPA não aprovado por extrapolar a programaçãoAcompanha produção × FPO ao longo do mês

Mensagens de crítica conforme o relatório "AIHs rejeitadas" do SIHD2 (SES-SP, SES-RS). A checagem pré-envio reduz rejeições evitáveis; não substitui a análise do gestor.

O padrão se repete em qualquer especialidade, ambulatorial ou hospitalar: onde há conta, regra de pagamento e chance de negativa — convênio ou SUS —, a Meditrina se encaixa.

Nota à parte — por que também começamos hoje pelo Distrito Federal

Densidade de oftalmologistas (por 100 mil habitantes)

DF
19,18
Brasil
8,96

Cirurgias de catarata por oftalmologista/ano

Piauí
180,4
DF
21,5

O DF tem mais que o dobro da média nacional de oftalmologistas, mas opera bem menos cirurgias de catarata por médico do que estados com muito menos médicos — sinal de que a oferta médica não é o gargalo. O gargalo é administrativo (autorização, agenda, faturamento), exatamente o terreno da Meditrina.

Onde ficam os dados

Segurança por padrão, não por promessa

O perímetro é do cliente, o controle central nunca vê prontuário — a arquitetura já nasceu assim, não foi adaptada depois.

ControleComo funciona
Onde os dados ficamDentro do ambiente do próprio prestador; a central só recebe números agregados, nunca prontuário
Identificação do pacienteO paciente nunca aparece pelo nome nos sistemas de análise — um código não reversível o substitui
Arquivos do SUSAIH, BPA-I e APAC carregam CNS e CID do paciente — recebem o mesmo tratamento: pseudonimização e processamento dentro do perímetro do prestador
Quem acessa o quêCada pessoa da equipe só vê o que precisa (recepção, faturamento, gestão, auditoria); login em duas etapas
Histórico de alteraçõesTodo registro é permanente — não pode ser apagado ou editado sem deixar rastro, conferido todos os dias
Suporte remotoSó com autorização do prestador, e a sessão fica gravada
Prazo de retençãoDado que cumpriu o prazo definido com o encarregado do prestador é expurgado automaticamente, com registro — nada fica guardado para sempre por descuido
Uso de IAA IA que rascunha contestações não recebe nome de paciente, tem teto de gasto e só é ativada após contrato de tratamento de dados com o provedor
Teste de invasãoTeste de invasão interno antes da fase comercial; o que foi encontrado foi corrigido e verificado de novo
ConformidadeAvaliação de impacto LGPD antes de começar; contrato formal de tratamento de dados; cópias de segurança testadas

"Quem processa o seu faturamento não pode ser quem atesta, sozinho, que ele está íntegro."

"O prontuário do paciente nunca sai do ambiente do prestador."

Três camadas: onde a equipe trabalha, processamento no prestador, painel central As ferramentas que a equipe usa (WhatsApp, extensão do navegador, sistema já usado, painel) só trocam os campos necessários com o processamento, que fica inteiramente dentro do prestador. Esse processamento envia só números agregados, sem prontuário, para o painel central da Meditrina, que nunca vê dado de paciente. Onde a equipe trabalha WhatsApp · extensão do navegador · sistema já usado · painel só os campos necessários · rede do prestador Processamento — dentro do prestador Coleta de dados · registro · regras de prevenção e segurança nenhum dado sensível sai daqui conexão segura · só números agregados, sem prontuário Painel central — Meditrina Nunca vê prontuário

Prevenção, não só cobrança

Por que não terceirizar a glosa para um BPO

Um BPO de glosas entra depois que o dinheiro já ficou preso — e cobra uma taxa sobre o que recupera, sem tocar na causa. A Meditrina barra o erro antes do envio; o que sobra para recorrer é menor a cada mês.

BPO manual de glosas

  • Quando atuaSó depois do envio — reage à glosa já registrada
  • TrilhaPlanilha ou sistema próprio, fora do seu controle
  • ModeloTaxa sobre o recuperado, sem meta de prevenção
  • DadosProntuário e faturamento saem do seu perímetro

Meditrina

  • Quando atuaAntes do envio (Previne) e depois (Recupera) — reduz o volume que chega a precisar de recurso
  • TrilhaTodo registro é permanente e conferido automaticamente todos os dias
  • ModeloFixo menor + variável sobre o crédito conciliado acima de uma baseline congelada
  • DadosO prontuário do paciente nunca sai do ambiente do prestador

Argumento regulatório

A minuta da Consulta Pública ANS nº 170/2026 propõe vedar, em hipóteses específicas, a glosa de procedimentos já autorizados — movimento regulatório em acompanhamento, ainda sem resolução publicada. Em qualquer cenário, quem chega à mesa com histórico item a item, motivo a motivo, prazo a prazo, larga na frente.

Também pode pesar na base tributária: a LC 214 (IBS/CBS) trata da exclusão, para serviços de saúde, de valores glosados pela auditoria da operadora e não efetivamente pagos — e comprovar isso exige conciliação item a item, documentada conforme a orientação contábil do prestador.

No SUS, o argumento é de certificação e de contrato. Para o hospital filantrópico, o percentual mínimo de 60% de atendimento ao SUS exigido pelo CEBAS (LC 187/2021) é apurado nos sistemas do Ministério da Saúde — produção que não chega à base do SIH/SIA não entra na conta. Na contratualização (Portaria de Consolidação GM/MS 2/2017), o repasse pré-fixado é condicionado a metas quantitativas e qualitativas: a rejeição não corta o repasse do mês, mas corrói a série histórica e as metas. Nos dois casos, quem chega à renovação com a produção conciliada mês a mês chega sem surpresa. A Meditrina não presta consultoria tributária, jurídica ou contábil.

Seis peças, uma base única

Por baixo dos três pilares, o produto é montado em seis peças. Cada uma resolve uma parte específica do problema — não é preciso conhecê-las para usar o produto, mas elas mostram o que sustenta o resultado.

  • Registro completo da receita

    Todo atendimento é acompanhado do início ao fim — da conta enviada ao pagamento recebido — criando um retrato único e auditável do que o prestador atendeu, faturou e recebeu.

  • Travas de prevenção

    Verificações automáticas na recepção e antes do envio da conta — barram os erros mais comuns antes que virem negativa de pagamento. As regras seguem as tabelas e edições oficiais da ANS (padrão TISS), na versão que vale para cada contrato. No SUS, a SIGTAP na competência vigente e o cadastro do CNES.

  • Contestação assistida por IA

    Quando uma conta é negada, o sistema identifica o motivo, prioriza pelo valor e prazo, e prepara um rascunho de contestação pronto para a equipe revisar.

  • Conferência de contrato

    Compara o que foi pago com o que o contrato prevê e aponta quando o convênio paga menos do que deveria — ou quando a produção SUS aprovada não bate com o repasse e as metas do contrato.

  • Painel do gestor

    Os números por convênio ou gestor, unidade e etapa, num só lugar — e, para quem fatura os dois lados, o mix SUS × convênio do mês. A régua de acompanhamento de quem decide.

  • Comparativo entre convênios em breve

    Referências de mercado por convênio e motivo de negativa — depende de acordo de dados agregados no contrato.

Perguntas diretas

FAQ

Onde ficam os dados? É seguro para LGPD?

Dentro do seu ambiente. A plataforma não exporta dados de paciente para fora dali; o que vai para a Meditrina são só números agregados, sem prontuário.

Preciso trocar de sistema?

Não. A Meditrina se conecta ao que você já usa — sistema de gestão, guias, extratos, portal do convênio, SISAIH01, BPA — sem substituir nada.

Como funciona o modelo de contrato?

Fixo menor + parte variável sobre o crédito conciliado acima de uma baseline congelada no início — nunca sobre o faturamento total.

E se eu faturo por um intermediário (ex. associação médica)?

Melhor ainda. Quando um intermediário fatura por você, o fluxo ganha uma etapa a mais: atendimento → guia → faturamento pelo intermediário → retorno da operadora → repasse líquido → crédito bancário — 6 etapas, não 3. É exatamente na passagem"retorno → repasse → crédito" que nasce a divergência de repasse (vazamento V4). O extrato do intermediário vira mais uma fonte de conciliação, não uma zona cega — nem o ERP nem o intermediário enxergam o atendimento inteiro sozinhos; o ledger enxerga.

Também faturo pelo SUS. Funciona?

Sim. AIH, BPA-C/BPA-I e APAC entram no mesmo ledger que as guias de convênio. Do lado SUS o ciclo é: produção apresentada ao gestor → processada no SIHD ou no SIA → aprovada, rejeitada (volta com a crítica) ou bloqueada (retida para análise). A Meditrina cruza o censo com o que foi apresentado, lê o relatório de processamento e monta a fila de reapresentação com a competência-limite — até 6 competências da alta (Portaria SAES/MS 1.110/2021). Glosa de auditoria do gestor ou do SNA entra como evento próprio, com a manifestação a preparar.

Sou hospital filantrópico. O que muda?

Dois faturamentos, um censo. A mesma internação pode ser conta de convênio ou AIH; o paciente-dia é um só — e é nele que se apura o percentual mínimo de 60% de atendimento ao SUS exigido para o CEBAS (LC 187/2021). O diagnóstico mede os dois lados e o mix mês a mês. A Meditrina não substitui a assessoria jurídica ou contábil da instituição.

Meu contrato com o gestor é pré-fixado. Faz diferença?

Faz. Na orçamentação parcial (Portaria de Consolidação GM/MS 2/2017), o pré-fixado é repassado mensalmente condicionado a metas quantitativas e qualitativas, e a alta complexidade e o FAEC são pagos por produção aprovada. A produção de média complexidade continua precisando ser apresentada e aprovada: é ela que forma a série histórica e as metas. Conciliar produção × aprovado × repasse é o que mostra se o contrato está pagando o que foi acordado.

Dá para ver funcionando antes de qualquer contrato?

Sim. Existe uma demonstração completa com dados 100% sintéticos — nenhum dado real de paciente — que percorre o ciclo inteiro: a trava na recepção, a glosa, o recurso e a conciliação. Pode ser apresentada na sua instituição ou por videochamada; peça pelo e-mail de contato.

Quanto tempo até ver valor?

O diagnóstico pago já responde isso em semanas — antes de qualquer compromisso maior.

Existe algum movimento regulatório que ajuda?

Há movimento — a minuta da Consulta Pública ANS nº 170/2026 propõe vedar, em hipóteses específicas, a glosa de procedimento já autorizado. Ainda não é regra vigente. Detalhes em Argumento regulatório, mais acima na página.

Isso muda alguma coisa nos meus impostos?

Pode mudar. A LC 214 (IBS/CBS) trata da exclusão de valores glosados e não pagos da base de cálculo para serviços de saúde — e comprovar isso exige conciliação item a item. A palavra final é do seu contador; a Meditrina fornece a trilha documentada. Mesma seção Argumento regulatório acima traz o detalhe.

Vamos conversar sobre o seu número?

Conte um pouco sobre a operação — convênio, SUS ou os dois — e respondemos para combinar o escopo do diagnóstico pago.

Agendar diagnóstico Pedir demonstração — dados sintéticos

Prefere escrever direto? meditrina@saude.dev